A Letras vai de encontro ao oposto das novas regras desse mundo. Ela pede calma, silêncio, tempo. Ela quer que você pense muito, que você vá além, além dos significados, do convencional, do lado de lá da fronteira das palavras. Colocando o pé, a perna, mergulhando de cabeça na imaginação, na subjetividade, na interioridade, na coletividade.
A Letras pede que você escute com afinco, ela exige sensibilidade, interpretação. Diálogo. Afinal, os que falam sozinhos poderiam ficar em silêncio, absortos em si.
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