Eu estou onde o vento uiva e os pássaros cantam. Estou onde o grave da música vibra e o perfume das flores passeiam. Estou num lugar de paz e calmaria, com pão, café e livros. Os espíritos livres da natureza olham de longe e fazem uma prece, "apenas a maldade da ignorância" cochicham satisfeitos entre si.
É imperativo que a leveza desse lugar seja preservada. Se quer entrar, faça uma discreta reverência, se quiser sair, atenção aos pendentes de vidro.
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