quarta-feira, 10 de julho de 2024

Sozinha, com fome e pressa

 Um pouco de queijo tipo cottage, um pouquinho de creme de leite, uma pitada de sal. Biscoitos tipo doritos, só que gayritos. Fiquei me sentindo a tal.

Agora preciso aprender a fazer carne com molho. 

segunda-feira, 8 de julho de 2024

City and colour 2.0 revival

 


If I could gather up all the hateLight a match and burn it all awayThen with compassion in my voiceI would sing this songIn hope that we might find a better way
And bow down to loveBow down to loveBow down to love
And when I think about all the painThat the carnage of wealth always leaves in its wakeAnd how nowadays it seems that we fear ourselves the mostWell, I hope you can find some solace in this poem
And bow down to loveBow down to loveBow down to love
Let's come down easy

quinta-feira, 4 de julho de 2024

Lá vem julho

Lá vem julho pra me lembrar de velhas paixões. Bolo de chocolate, inverno, dias curtos e noites longas. Lá vem julho pra me cobrar mais aventuras. Listas, filmes, livros, projetos. Lá vem julho me cumprimentar por estar nesse mundo mais um ano. Feliz mês, feliz dia, feliz julho pra mim <3

quarta-feira, 3 de julho de 2024

Cardápio de gente

 Foto ilustrativa, cheia de filtros e retoques, pensada milimetricamente para aquele quadrado. Algumas informações nutricionais, para prevenir alergias graves "Não quero filhos", "Esquerda", "Não fumo". E um simples gesto, aprovação, desaprovação ou estrelinha (pra agilizar a vida, como fast food). 

Muita gente pra comer, poucas que realmente querem saborear a ainda, porém digna, comida. 

quarta-feira, 12 de junho de 2024

Martha Medeiros, de novo

 Nada como ter poesia no cardápio. Só ela consegue tornar palatável a crueza das nossas dores.

quarta-feira, 5 de junho de 2024

Oi, junho

Seja bem-vindo, vamos tomar um café?  

Ao coração que sofre, separado
Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,
Não basta o afeto simples e sagrado
Com que das desventuras me protejo.

Não me basta saber que sou amado,
Nem só desejo o teu amor: desejo
Ter nos braços teu corpo delicado,
Ter na boca a doçura de teu beijo.

E as justas ambições que me consomem
Não me envergonham: pois maior baixeza
Não há que a terra pelo céu trocar;

E mais eleva o coração de um homem
Ser de homem sempre e, na maior pureza,
Ficar na terra e humanamente amar.

BILAC, O. Ao coração que sofre. In: Antologia Poética. Porto Alegre: L&PM Pocket, 1997.